Ligue: (11) 3111-2041

Faculdade Paulista de Serviço Social

21/07/2016

WORKSHOP: FORMAÇÃO PERMANENTE E ATUAÇÃO PROFISSIONAL II

Horário: das 18:30 às 21:30

Inscrições: (11)3107-2771 - (11)3666-0246

secretaria@fapss.br

 

Palestrantes:

Professores(as):

Valdeir Claudinei - Assistente Social, Mestre em Serviço Social Unesp-Franca, Doutorando em Serviço Social PUC-SP; Coordenador da Pós Graduação em Trabalho Social com Famílias da Fapss. Coordenador Acadêmico do Curso de Bacharelado em Serviço Social da Fapss.

Palestra: Novas metodologias para o trabalho com famílias

Embora o trabalho com famílias se constitua como objeto de intervenção dos (as) Assistentes Sociais deste o inicio da profissão no Brasil, e de demais áreas que atuam no segmento, tais como a psicologia, a sociologia, pedagogia etc. A área ainda carece de formulações teóricas consistentes e metodologias adequadas às necessidades e complexidades impostas pela contemporaneidade. A adoção dos princípios da Educação Popular no trabalho social com Famílias tem possibilitado aos alunos uma aproximação com as varias dinâmicas familiares materializadas nos territórios.   

Deise Fernandes - Possui graduação em Serviço Social pela Universidade Cruzeiro do Sul (2003) é Mestre e Doutoranda em Educação e Saúde na Infância e Adolescência pela Universidade Federal de São Paulo - campus Guarulhos (2011). Professora da Faculdade Paulista de Serviço Social - FAPSS. Tem experiência na área de Assistência Social, Educação, com ênfase em Educação Popular e Saúde e Educação.

Palestra: "O Sistema de Garantia de Direitos e os principais desafios na defesa dos direitos de Crianças e Adolescentes"

No mês de Julho o Estatuto da Criança e do Adolescente completa 26 anos, porém ainda falta muito para que esta legislação seja completamente respeitada. Sabemos que a mudança de uma lei, por si só, não traz mudanças culturais e estruturais, porém uma lei deste porte tem o intuito de nos mobilizar na defesa intransigente destes direitos. Para isso se faz relevante a discussão sobre o papel e as atribuições dos atores do Sistema de Garantia de Direitos (SGD), nesse sentido esta palestra se propõe a discutir o funcionamento e as atribuições de todos os envolvidos no SGD, e ainda suscitar estratégias de enfrentamento a realidade vivida nos dias atuais.

Suelen Igreja – Doutoranda em Educação pelo Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo. Membro do Grupo de Estudos Produção Escrita e Psicanálise – GEPPEP/USP. Na FAPSS, atua como coordenadora da Pós-Graduação em Gestão de Políticas Públicas; coordenadora do Serviço de Apoio Pedagógico; e coordenadora do projeto “Entre a educação e o acolhimento social: Uma proposta de trabalho com refugiados na cidade de São Paulo”.

Palestra: "Ensino de português para refugiados: as primeiras aprendizagens da FAPSS"

Os modos pelos quais os refugiados e solicitantes de refúgio têm tido oportunidades de se inserir social, cultural e linguisticamente em São Paulo mobilizaram a FAPSS a dar início ao projeto "Entre a educação e o acolhimento social: uma proposta de trabalho com refugiados na cidade de São Paulo", em parceria com a Arquidiocesana Caritas de São Paulo. O projeto prevê oferecer modos acesso à aprendizagem da língua portuguesa e, por conseguinte, à inserção social e cultural dos alunos atendidos. Com duas turmas iniciais, de nível básico, o projeto tem envolvido assistentes sociais da Caritas, professores da FAPSS, alunos de Serviço Social, membros do Centro Acadêmico e professores voluntários da área de Letras. A experiência obtida nos primeiros meses do projeto nos levou a ensejar não só partilhá-la com a comunidade em geral, como fazer um balanço do que aprendemos, coletivamente. Para tanto, partiremos da consideração de que, para chegarmos a novas formulações a respeito dos refugiados e solicitantes de refúgio, faz-se necessário ultrapassar algumas das barreiras formadas pela imagem que formulamos a seu respeito. Essas barreiras serão, por nós, correlacionadas ao que o filósofo Gaston Bachelard (1938) nomeou como obstáculos epistemológicos à produção de conhecimento. Queremos, assim, trazer a público um questionamento a respeito dos modos como nos relacionamos com o outro - no caso, refugiados e solicitantes de refúgio - e os impasses para produzirmos conhecimentos nessa relação.

Palavras-chave: refugiados e solicitantes de refúgio; ensino de língua portuguesa; obstáculos epistemológicos.

Andrea Mataresi - Mestra em psicologia social pelo Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (IP-USP), doutorando na mesma instituição. Experiência em psicologia social comunitária em regiões rurais e centros urbanos. 

Palestra:  A criação das unidades de conservação e psicologia social

A preservação ambiental tem sido uma crescente preocupação tanto no Brasil, quanto no resto do mundo.Temos observado a formação diferentes “escolas” de pensamento sobre educação ambiental, sendo que muitas delas não têm como foco pensar na natureza levando em consideração as populações que habitam os territórios por eles “protegidos”. Em decorrência disso, temos no Brasil uma política de construção de Unidades de Conservação (UCs) que tem como base estudos Norte Americanos. Estas formas de pensar o cuidado com a natureza valorizam a criação de ilhas de preservação ambiental, mas não levam em consideração à realidade de países latino americanos, pois como forma de cuidar do meio ambiente, muitas vezes expulsam as populações tradicionais destas regiões. Podemos considerar esta uma forma de opressão que reifica os diversos povos tradicionais. Frente a isso, é possível estudar estes processos opressão e reificação a partir dos pressupostos da teoria crítica da sociedade, com ênfase aos estudos sobre reconhecimento recíproco de Axel Honneth. A compreensão das três esferas de reconhecimento proposta pelo autor pode contribuir para a análise da opressão e, principalmente das formas de lutas sociais. A proposta desta discussão, portanto, é a de, em conjunto com os demais interlocutores, compreender quais são as pressões que incidem sobre estas populações frente à implementação de Unidades de Conservação Ambiental e avaliar possibilidades de enfrentamento político destas decisões.

Palavras-chave: Psicologia Social; Teoria do reconhecimento; Populações tradicionais

Marcia Eurico - Possui graduação em Serviço Social pela Universidade Cruzeiro do Sul. É Mestre e Doutoranda em Serviço Social pela PUC/SP (Tema de Pesquisa: Racismo Institucional). Assistente Social do INSS. Professora nos Cursos de Graduação e Pós-Graduação da Faculdade Paulista de Serviço Social - FAPSS/SP. Áreas de Estudo: Introdução aos Estudos Africanos e da Diáspora; Questão Étnico-Racial e Direito à Saúde; Africanidades na Contemporaneidade.

Palestra: "O Sistema Único de Saúde e as especificidades do trabalho do assistente social na promoção da igualdade racial"

 A política de saúde no Brasil se estrutura a partir dos seguintes princípios: universalidade, integralidade, equidade, descentralização político-administrativa e participação/controle social. Para efetivar tais princípios, o Estado precisa adotar medidas eficazes no sentindo de minimizar os efeitos sociais decorrentes das diversas formas de discriminação. Além disso, a concepção ampliada de saúde presente na formatação do SUS, ao considerar que a saúde de uma população depende de condições dignas de vida, educação, habitação, trabalho, lazer, saneamento básico, entre outros, cria as condições necessárias para o combate das desigualdades étnico/raciais nas ações desenvolvidas pelo Estado brasileiro. Neste cenário complexo e contraditório, a intervenção do assistente social é de suma importância e exige conhecimento técnico acerca da política publica e do campo de ação do Serviço Social.

Rose Marie Inojosa - Comunicóloga, Mestre em Ciências da Comunicação (ECA-USP), Doutora em Saúde Pública (FSP-USP). Especialista em planejamento e gestão na área social e terceiro setor.

Palestra: Complexidade e intersetorialidade: qual é o impacto na sua atuação profissional?

O modelo de formação e de atuação profissional da modernidade não tem sido suficiente para  preparar os profissionais para as mudanças rápidas e profundas na realidade onde atuamos.  A lógica da disjunção, que fragmenta o conhecimento e a ação,  não dá conta da complexidade da teia da vida, dos relacionamentos, das redes, das necessidades sociais. Como isso impacta a cada um de nos tanto em relação à nossa inserção no trabalho, na comunidade? Como impacta o alcance dos objetivos  que nos movem em relação à qualidade de vida no ambiente em que atuamos?  Podemos abrir novas perspectivas e alcançar maior satisfação e resultados no trabalho, nos relacionamentos? Não há receitas prontas, mas, sim, reflexões, análises que podem nos ajudar a compreender e a atuarmos criativamente em relação a esse mundo em constante mudança.

Palavras-chave: intersetorialidade, serviço social, trabalho, atuação profissional;

 

Confira as fotos do evento:

 

Calendário acadêmico

21/11/2018

Recebimento das Atividades Complementares

Horário: das 18h às 19h

03/12/2018

3 a 7 - Avaliação semestral

3 a 7 - Avaliação semestral

03/12/2018

3 a 7 - Solicitação de Avaliação Substitutiva

3 a 7 - Solicitação de Avaliação Substitutiva

05/12/2018

Recebimento das Atividades Complementares

Horário: das 18h às 19h

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