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Faculdade Paulista de Serviço Social

01/01/2017

Mostra no Sesc Belenzinho celebra expressões culturais de matriz africana

A unidade do Sesc Belenzinho promove, até março de 2017, a Mostra Motumbá – Memórias e Existências Negras, que integra diversas linguagens artísticas e ações culturais para apresentar um panorama das poéticas, estéticas e temáticas produzidas e interpretadas por grupos e artistas negras, negros e periféricos. Segundo os organizadores, as atividades “valorizam a representatividade de matrizes africanas legitimadas por trajetórias de vida e posicionamentos sociopolíticos”.

Até dia 28 de fevereiro, a unidade recebe aos sábados e domingos, das 14h às 16h, o Encontro de Partilhas: Histórias, Livros e Jogos, no qual o Coletivo Cafuzas dividem com as crianças e seus pais narrativas e jogos relativos às culturas indígenas, africanas e afro-brasileiras. De 5 a 8 de janeiro, Martinho da Vila apresenta todas as músicas de seu disco de estreia. Farão parte do show do sambista as músicas O Pequeno Burguês, Casa de Bamba, Quem é do Mar Não Enjoa, Yayá do Cais Dourado, Quatro Séculos de Modas e Costumes, entre outras.

Na sexta-feira, dia 13 de janeiro, a funkeira trans MC Linn Da Quebrada faz um show que mistura música, artes visuais, dança e protesto pela quebra de paradigmas sexuais. De sexta a domingo, de 15 a 22 de janeiro, Lázaro Ramos apresenta Namíbia, Não, peça teatral dirigida por ele sobre uma medida provisória que obriga que todas as pessoas que têm “melanina acentuada” sejam enviadas à África, como forma de reparação social. Com interpretação de Fernando Santana e Aldri Anunciação, o espetáculo mostra o revés da diáspora vivida pelo povo africano do Brasil escravocrata.

De 14 a 17 de janeiro, a artista Priscila Rezende apresenta a performance Bombril, na qual esfrega objetos de material metálicos com seus próprios cabelos afim de confrontar o espectador com preconceito. Motumbá exibe no dia 20 de janeiro, às 16h, o filme Cores e Botas – A Magia da Mulher Negra, da diretora Juliana Vicente, sobre Joana, uma menina negra que sonha em ser Paquita da Xuxa. No dia seguinte, é a vez do curta-metragem de Viviane Ferreira, O Dia de Jerusa, sobre uma moradora do bairro do Bixiga que recebe em casa uma pesquisadora de opinião, com quem compartilha momentos de felicidade.

A mostra também traz oficina de passinho, mesas de debate sobre representação e empoderamento da mulher negra, o show Mulheres do Rap, entre outras atividades.

Confira a programação completa da mostra clicando aqui.

Fonte: Rede Brasil Atual

 

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