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Faculdade Paulista de Serviço Social

07/02/2018

MDS promove campanha para combater preconceito à população trans no Suas

Garantir um atendimento de qualidade e combater o preconceito contra transexuais e travestis no Sistema Único de Assistência Social (Suas). Esse é o objetivo da campanha Suas sem Transfobia, lançada pelo Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) nesta quarta-feira (31).

A divulgação ocorreu durante a primeira oficina sobre qualificação do atendimento socioassistencial às situações de violência e violação de direitos contra a população trans. Representantes de movimentos sociais e do governo federal participaram do encontro realizado em Brasília.

A campanha é desenvolvida pelo MDS, em parceria com a RedeTrans e apoio do Ministério dos Direitos Humanos e do Conselho Nacional de Assistência Social. As ações buscam mobilizar gestores e a sociedade civil para a existência da transfobia.

Durante a oficina, a secretária nacional de Assistência Social, Carminha Brant, destacou a importância de se discutir o preconceito institucional e aprender com as demandas dessa população. “Além de atendê-los individualmente em suas singularidades, precisamos conscientizar a sociedade e reduzir a discriminação. A população trans ainda tem pouco acesso à maioria dos serviços porque a discriminação ainda é fortíssima”, enfatizou a secretária.

De acordo com a presidente da Rede Nacional de Pessoas Trans e conselheira Nacional de Assistência Social (CNAS), Thatiane Araújo, a iniciativa deve ser replicada em outras áreas do governo e da sociedade para dar maior visibilidade ao tema.

“Precisamos de uma compreensão de todos os campos da sociedade do que é identidade de gênero, transexualidade e travestilidade. Somente a partir dessas informações teremos comportamentos que incluam, porque essas pessoas são iguais nos pagamentos de seus impostos e deveres. Então, não é normal que tenham diversos direitos civis negados, a falta de acesso a ações do governo e a serviços básicos”, declarou Thatiane Araújo.

Para Ana Carolina Silvério, gerente do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) Diversidade, localizado no Distrito Federal, a capacitação dos trabalhadores da assistência social se faz necessária para que o atendimento seja o mais adequado à realidade das transexuais e travestis. “Elas precisam ter direito à cidadania e à sua identidade de gênero respeitada para que possam acessar as demais políticas públicas”, reforçou.

Ludimila Santiago é transexual e recebeu atendimento no Creas Diversidade, em Brasília. “Teve todo um processo de fortalecimento da autoestima, para dizer que sou como todas as outras, que tenho direitos e deveres. Ter um serviço onde consigamos passar essa complexidade faz com que você acredite que é possível vencer barreiras”, conta ela.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento Social

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